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Empresarial

Administrar uma empresa é como tentar equilibrar pratos enquanto anda de monociclo: um pequeno deslize e o prejuízo pode ser grande.
O Seguro Compreensivo Empresarial existe para que você transfira esses riscos para a seguradora, garantindo que o seu negócio não feche as portas para sempre por causa de um imprevisto.
No Brasil, proteger o patrimônio de pessoas jurídicas contra incêndio é, inclusive, uma obrigação por lei.

Aqui está um guia prático para você entender as coberturas:

1. Cobertura Básica: O "Mínimo para não quebrar"

Esta é a base de qualquer apólice empresarial. Ela protege contra os eventos "apocalípticos" que podem destruir sua sede:
• Incêndio de qualquer natureza: Seja um curto-circuito na cafeteira ou o fogo que começou no terreno vizinho.
• Queda de Raio: Desde que ele atinja diretamente a área do terreno ou o edifício da empresa.
• Explosão: Não importa se foi o botijão de gás ou algo no processo industrial; se causou danos, está coberto.

2. Coberturas Adicionais: Protegendo o seu "Ganha-Pão"

Aqui você escolhe os "recheios" conforme o que sua empresa faz no dia a dia:
• Danos Elétricos: Sabe quando a energia oscila e "frita" os computadores do escritório ou as máquinas da fábrica? Essa cobertura paga o conserto ou a troca.
• Roubo ou Furto Qualificado: Se alguém invadir sua empresa deixando rastros (como uma fechadura estourada) e levar seus estoques ou equipamentos.
• Lucros Cessantes (O "Salário" da Empresa): Imagine que um incêndio parou sua produção por seis meses. As contas não param! Esta cobertura paga o seu lucro líquido e as despesas fixas (como salários de funcionários, impostos, FGTS e aluguel) enquanto você se recupera.
• Vendaval e Alagamento: Para quando a natureza resolve que o seu telhado deve voar ou que o seu estoque deve virar uma piscina.
• Desmoronamento: Se a estrutura da sua loja ou galpão decidir "ceder" inesperadamente.

3. Como a conta é feita? (Atenção ao "Pulo do Gato")

Diferente do seguro residencial, o empresarial pode ser mais rigoroso no cálculo:
• Risco Absoluto: Geralmente usado em seguros menores. A seguradora paga 100% do prejuízo (até o limite contratado) e pronto.
• Risco Relativo e a "Regra dos 80%": Em empresas maiores, você deve declarar o valor real de tudo o que tem (VRD). Se você disser que seu estoque vale R$ 100 mil, mas na verdade vale R$ 200 mil, a seguradora pode aplicar um rateio (uma espécie de multa por declaração insuficiente) e pagar apenas metade do prejuízo. Muitas apólices modernas usam o rateio parcial, onde você só é penalizado se declarar menos de 80% do valor real.

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Dicas de "Sobrevivência"

• Nada de Lucro: O seguro serve para repor o que você perdeu e restabelecer o equilíbrio. É proibido por lei ganhar dinheiro (obter lucro) com um sinistro. • Rapidez no Aviso: Se algo acontecer, avise a seguradora imediatamente por escrito. Ela tem até 30 dias para te pagar após você entregar toda a papelada.

Analogia Final: O Seguro Empresarial é como o paraquedas do seu negócio: você espera nunca precisar puxar a cordinha, mas, se o "avião" da economia ou um acidente te jogar para fora, ele garante que você pouse em segurança e continue operando, sem demitir seus talentos nem perder seu mercado.

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